Mostrando postagens com marcador dízimo/oferta. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dízimo/oferta. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

DIZIMAR COM ALEGRIA


O dízimo é um tema que vem sendo deturpado ao longo da História.
Transformado de contribuição voluntária em obrigação desde que a igreja se ligou ao Estado, passou a ser meio de manipulação pelos líderes e motivo de críticas e piadas, confundindo o cristão sincero.
Mas, independente dos erros e absurdos, frutos de ganância e abuso de poder, é necessário entender que a igreja não sobrevive de forma organizada sem contar sistematicamente com a contribuição dos membros. Ela não pode servir se não possuir uma estrutura adequada.
Os ensinamentos bíblicos sobre contribuição financeira voluntária mostram que os cristãos são livres para ofertar ou não ofertar, que valor para Deus importa menos que sinceridade do coração e desejo de contribuir, que não há patamar mínimo exigido, que Deus ama quem dá com alegria.
Nenhum homem hoje tem o direito de estipular para os outros a quantia ou percentual de renda que o cristão deve contribuir. Mas cada um deve pensar e avaliar bem sobre o privilégio e a responsabilidade de ser participante e contribuinte com o trabalho do Senhor.
Uma vez que tudo é melhor na Nova Aliança, seria justo e correto diminuirmos nossas contribuições financeiras? Será que a nossa gratidão não nos torna mais generosos, desejosos que o Evangelho alcance outras vidas?
O cristão não é chamado a barganhar com Deus, a dar pensando em quanto Ele multiplicará sua vida financeira. O cristão é chamado a se relacionar intimamente com seu Pai, a fazer o melhor para Ele, a serví-Lo com amor e singeleza de coração.
O Senhor não cobra além da possibilidade de cada um. Jesus honrou a viúva pobre ao dizer a Seus discípulos: “Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofiláceo mais do que fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza, deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento” (Mc 12.43,44).
O Deus que nos ama sem exigir sacrifícios é fiel e nos abençoa com muito mais do que pensamos e pedimos, conforme o Seu poder que opera em nós.
Apesar de Deus não habitar em templos feitos por homens, a igreja local é, e deve ser, o ajuntamento do Seu povo, local abençoador de inúmeras vidas, onde se prega e se ensina a viver a Sua Palavra, de onde missionários são enviados para propagar o Evangelho. Local onde se busca alimento espiritual e conselhos sábios. Para alguns, é o único lugar onde encontram os amigos e se divertem.
Assim, investir com alegria na igreja local é investir no Reino de Deus e cumprir o Seu propósito.
Os erros e abusos cometidos por muitos serão julgados por Deus. Aos cristãos, cabe aplicar os critérios bíblicos e o discernimento do Espírito.

Rosane Itaborai Moreira

quarta-feira, 2 de julho de 2008

DÍZIMOS E OFERTAS


As Escrituras Sagradas são permeadas de situações mostrando que Deus não olha o exterior do homem, mas se agrada do coração sincero, grato e disposto a obedecer. No que se refere aos dízimos e ofertas, o Senhor sempre os requereu aos filhos de Israel; mas, mesmo no período da Lei, no Antigo Testamento, quando sacrifícios e holocaustos eram freqüentes, Ele se alegrava com as ofertas voluntárias. Isto é observado em diversos momentos. Ainda na construção do tabernáculo, Deus fala através de Moisés: “Tomai, do que tendes, uma oferta para o Senhor; cada um, de coração disposto, voluntariamente a trará por oferta ao Senhor: ouro, prata, bronze...” (Ex 35.5). E o povo atendeu e “o que tinham era suficiente para toda obra que se devia fazer e ainda sobejava” (Ex 36.7). Em I Crônicas, o Rei Davi, ao fazer os preparativos para a construção do templo, diz ao povo: “Quem, pois, está disposto, hoje, a trazer ofertas liberalmente ao Senhor?” (29.5). O povo se dispôs e “se alegrou com tudo o que fez voluntariamente porque, de coração íntegro, deram eles liberalmente ao Senhor” (29.9). E Davi orou: “Bem sei, meu Deus, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, dei voluntariamente, todas estas coisas; acabo de ver com alegria que o teu povo, que se acha aqui, te faz ofertas voluntariamente” (29.17).
No Novo Testamento, Deus revela Sua graça e Seu amor através de Jesus. Graça remete a reconhecimento e amor, a comprometimento. Embora liberto e tendo liberdade em Cristo, o povo de Deus ainda mais é convidado a ofertar voluntariamente. Em II Co 9.6,7, Paulo diz: “E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura, com abundância também ceifará. Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria”. O Senhor continua o mesmo: Seu coração é comovido não pela quantidade de ofertas ou pela necessidade pessoal, mas porque sonda e conhece a disposição de cada um em ofertar e investir no Seu Reino voluntariamente. O cristão não é chamado a barganhar com Deus, a dar pensando em quanto Ele multiplicará sua vida financeira. O cristão é chamado a se relacionar intimamente com seu Pai, a fazer o melhor para Ele, a serví-Lo com amor e singeleza de coração. O Senhor não cobra além da possibilidade de cada um. Jesus honrou a viúva pobre ao dizer a Seus discípulos: “Em verdade vos digo que esta viúva pobre depositou no gazofiláceo mais do que fizeram todos os ofertantes. Porque todos eles ofertaram do que lhes sobrava; ela, porém, da sua pobreza, deu tudo quanto possuía, todo o seu sustento” (Mc 12.43,44). Mas, mesmo sem exigir sacrifícios, Ele é fiel e nos abençoa com muito mais do que pensamos e pedimos, conforme o Seu poder que opera em nós.
Apesar de Deus não habitar, necessariamente, em templos feitos por homens, a igreja local é o ajuntamento do Seu povo, local abençoador de inúmeras vidas, onde se prega e se ensina a viver a Sua Palavra. Assim, dizimar e ofertar na "casa do Senhor" é investimento seguro, pois é investir no Reino de Deus.

Rosane Itaborai Moreira